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Usinagem Enxuta
[Usinagem]

Usinagem Enxuta
Este livro trata do processo de usinagem dos materiais, com foco principalmente em sua gestão e em conceitos de Usinagem Enxuta.
Pode-se afirmar que aquele que decida aplicar os procedimentos aqui apresentados será induzido a trabalhar dentro destes conceitos, mesmo que não tenha consciência disso. São relatados os aspectos de gestão do processo de usinagem, de forma complementar à tecnologia da usinagem, a qual tem sido extensivamente abordada nos mais diversos cursos de engenharia afim com este tema.
Nele são apresentados alguns conceitos e terminologias sobre a tecnologia do processo de usinagem, exclusivamente com vistas a facilitar o entendimento sobre a sua gestão.
Tempos e custos são sinônimos de produtividade e competitividade, os quais são pontos fundamentais em qualquer atividade que envolva gestão de atividades lucrativas. Por este motivo, estes fatores são analisados profundamente e de forma totalmente inovadora neste livro, com aplicações em diferentes cenários de fabricação.
A fabricação enxuta sempre será um tema atual para toda a indústria, mas aqui o assunto é abordado do ponto de vista do processo de usinagem, em diferentes cenários de fabricação.

SUMÁRIO

APRESENTAÇÃO
1 - INTRODUÇÃO
2 - USINAGEM - DEFINIÇÃO, OPERAÇÕES, FERRAMENTAS E MÁQUINAS
3 - PRÁTICA DO PROCESSO DE USINAGEM NA INDÚSTRIA ATUALMENTE
4 - OTIMIZAÇÃO DOS PARÂMETROS DE USINAGEM
4.1 - O significado de otimização
4.2 - Auditor do processo
5 - SELEÇÃO E OTIMIZAÇÃO DO AVANÇO E DA PROFUNDIDADE DE USINAGEM
5.1 - Tipo de operação a ser realizada (desbaste pesado, desbaste, desbaste leve, semi-acabamento, acabamento, acabamento fino)
5.2 - Tipo e forma do cavaco
5.3 - Rigidez da ferramenta
5.4 - Potência do motor da máquina
5.5 - Relações entre dimensões, geometria e preço das ferramentas
5.5.1 - Pastilhas intercambiáveis
5.5.2 - Ferramentas inteiriças
5.7 - Considerações finais
6 - VIDA DE ARESTAS DE CORTE
6.1 - Vida de arestas de corte e critério de vida
6.2 - Determinação da vida da aresta de corte em ambiente fabril
6.3 - Desenvolvimento da metodologia para velocidade de corte e rotação constante
7 - CÁLCULO DOS TEMPOS EM USINAGEM
7.1 - Tempos passivos por peça
7.1.1 - tpr [min] - Tempo de preparação
7.1.2 - tcg/dg [min] - Tempo de carga e descarga da peça na máquina
7.1.3 - tap/af [min] - Tempo de aproximação e afastamento da ferramenta
7.1.4 - tcq [min] - Tempo para controle da qualidade da peça
7.1.5 - tft/Z - Tempo de troca para uma aresta de corte
7.2 - Tempo de corte (tempo ativo) por peça
7.3 - Cálculo do tempo de corte para geometrias simples
7.3.1 - Cálculo do tempo de corte em uma operação de brochamento
7.3.2 - Cálculo do tempo de corte em uma operação de aplainamento
7.3.3 - Cálculo do tempo de corte em operações de furação e algumas operações de fresamento
7.3.4 - Cálculo do tempo de corte em operações de torneamento e mandrilamento cilíndricos
7.4 - Cálculo do tempo de corte para torneamento e mandrilamento de peças com geometrias não cilíndricas
7.4.1 - Cálculo do tempo de corte para peça de geometria genérica com velocidade de corte constante
7.4.2 - Cálculo do tempo de corte para peças cônicas com velocidade de corte constante
7.4.3 - Cálculo do tempo de corte para peças esféricas com velocidade de corte constante
7.4.4 - Cálculo do tempo de corte para faceamento de peças com velocidade de corte constante
7.4.5 - Cálculo do tempo de corte para uma geometria genérica com rotação constante
7.4.6 - Cálculo do tempo de corte para peças cônicas com rotação constante
7.4.7 - Cálculo do tempo de corte para peças esféricas com rotação constante
7.4.8 - Cálculo do tempo de corte para faceamento de peças com rotação constante
7.5 - Medida do tempo de corte
7.5.1 - Cronometragem do tempo de corte
7.5.2 - Medida do tempo de corte por visão computacional
8 - MAXIMIZAÇÃO DA PRODUÇÃO E MINIMIZAÇÃO DO CUSTO EM USINAGEM
8.1 - Maximização da produção em usinagem
8.2 - Minimização do custo em usinagem
9 - CENÁRIOS DE FABRICAÇÃO
9.1 - Cenário 1: máquina rígida (baixa flexibilidade)
9.1.1 - Longo tempo de troca da aresta de corte
9.1.2 - Pouco tempo para a troca da aresta de corte
9.1.3 - Seleção da velocidade nos intervalos IME e IMEmaq
9.2 - Cenário 2: máquina flexível
9.2.1 - Just in time (lotes grandes)
9.2.2 - Just in time (lotes pequenos)
9.2.2.1 - Método tradicional de preparação de máquinas
9.2.2.2 - Preparo máquina (setup fixo) - método conservativo
9.2.2.3 - Preparo máquina (setup fixo) - método agressivo
9.2.2.4 - Comparação entre os métodos
9.3 - Cenário 3: máquina ociosa
9.4 - Cenário 4: máquina gargalo (máximo ganho)
9.4.1 - Gargalo e sua identificação
9.4.2 - Velocidade de máximo ganho
9.5 - Cenário 5: máquina gargalo (máximo lucro)
9.5.1 - Conceito de lucro baseado na TOC
9.6 - Cenário 6: formação de preço em usinagem
9.6.1 - Margem de contribuição
9.6.2 - Orçamento e negociação
9.7 - Cenário 7: máximo custo admissível - custos x prazos
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS E LEITURA COMPLEMENTAR

Autor: Coppini, Nivaldo Lemos
Editora: ARTLIBER EDITORA LTDA
Encadernação: BROCHURA
Especialidade: ENGENHARIA, MECANICA
ISBN: 8588098938
ISBN13: 9788588098930
Lançamento: 1ª Edição - Ano 2015
Páginas: 136
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